Como?
Como acreditar no amor, se os que me rodeiam desesperam em relações perdidas?
quarta-feira, abril 25, 2007
segunda-feira, abril 23, 2007
sexta-feira, abril 20, 2007
quarta-feira, abril 11, 2007
Vou falar um pouco de mim...
Pode parecer estranho, mas até gosto que o meu blog não tenha leitores. Estou mais livre para escrever o que sinto, coisa que ultimamente (ou, quem sabe, talvez sempre) não tem acontecido. Tem-me sido díficil... Sinto que nada na minha vida acontece como sonhava. Estou a acabar um curso que não me estimula e preenche... pelo que pondero tirar outro curso. Comecei a trabalhar aos fins-de-semana, para ter alguma independência monetária. E quando falo em independência monetária não me refiro a gastar dinheiro desmesuradamente em roupas, bares e coisas do estilo.
Não me sinto realizada, de qualquer maneira. Ingenuamente pensava, ainda adolescente, que quando fosse jovem adulta tudo estaria definido e eu seria assim mais feliz. Talvez seja a entrada numa das crises, características de uma determinada fase, que marcam a vida, daquelas faladas em Psicologia do 12º e que de muito pouco ou quase nada me lembro.
Poderá parecer fora do contexto, mas também sinto necessidade de me ligar emocionalmente a alguém. Eu não sei o que é namorar, ou sequer beijar. Em conversas que tenho tido com amigas minhas, dizem-me: "Quando menos esperares, vai acontecer"; "Eu também sentia isso... é natural."; "Não te preocupes...". A verdade é que eu sou uma pessoa com uma fraca auto-estima e saber que nunca ninguém teve sentimentos por mim não ajuda nada. Será que o problema é meu?? A minha auto-estima diz-me que sim, mas racionalmente penso que não (não sou assim tão importante para que seja unicamente a causa do problema). Quem não me conheça melhor poderá pensar que sou uma pessoa distante, mas na realidade aproximo-me mais das pessoas do que realmente aparento e sinto a sua falta em demasia e sofro. Os sentimentos demonstram-se por acções, não por palavras.
Tenho medo de sofrer na solidão e acho que é isso que me está a acontecer. Mas sei que estar com alguém não significa não estar só. O mais provável é que esteja a idealizar uma relação. Só me apaixonei uma vez na vida e foi algo que não consegui controlar ou antecipar. Quando penso nele, há uma luzinha que ainda brilha. É a memória de algo que foi bom e mau ao mesmo tempo. Nunca lhe disse o que sentia, nunca tive coragem para isso, principalmente porque sabia que ele não sentia o mesmo. Ele via-me como uma grande amiga, a irmã mais nova, a miúda das piadas e não a dos beijos. Fui, em alguns momentos, plenamente feliz, não pedi nada em troca (claro que sonhei...). Não foi unicamente sorrisos, as lágrimas também caíram... e não foram poucas. Agora quando revejo, sinto que quem perdeu foi ele, que é ele que está enganado e iludido com um mundo de falsas aparências.
Estou à espera da pessoa a quem me dar. Sei que não existe eternidade, e poderá ser inocência ou pura idiotice mas acredito NAQUELE amor. Também acho que tenho grandes probabilidades de ficar despedaçada. Mas já estou... por isso!! É o que às vezes, na brincadeira, costumo dizer: "Quando for, será a loucura!!". E quando for, terei a certeza.
Pode parecer estranho, mas até gosto que o meu blog não tenha leitores. Estou mais livre para escrever o que sinto, coisa que ultimamente (ou, quem sabe, talvez sempre) não tem acontecido. Tem-me sido díficil... Sinto que nada na minha vida acontece como sonhava. Estou a acabar um curso que não me estimula e preenche... pelo que pondero tirar outro curso. Comecei a trabalhar aos fins-de-semana, para ter alguma independência monetária. E quando falo em independência monetária não me refiro a gastar dinheiro desmesuradamente em roupas, bares e coisas do estilo.
Não me sinto realizada, de qualquer maneira. Ingenuamente pensava, ainda adolescente, que quando fosse jovem adulta tudo estaria definido e eu seria assim mais feliz. Talvez seja a entrada numa das crises, características de uma determinada fase, que marcam a vida, daquelas faladas em Psicologia do 12º e que de muito pouco ou quase nada me lembro.
Poderá parecer fora do contexto, mas também sinto necessidade de me ligar emocionalmente a alguém. Eu não sei o que é namorar, ou sequer beijar. Em conversas que tenho tido com amigas minhas, dizem-me: "Quando menos esperares, vai acontecer"; "Eu também sentia isso... é natural."; "Não te preocupes...". A verdade é que eu sou uma pessoa com uma fraca auto-estima e saber que nunca ninguém teve sentimentos por mim não ajuda nada. Será que o problema é meu?? A minha auto-estima diz-me que sim, mas racionalmente penso que não (não sou assim tão importante para que seja unicamente a causa do problema). Quem não me conheça melhor poderá pensar que sou uma pessoa distante, mas na realidade aproximo-me mais das pessoas do que realmente aparento e sinto a sua falta em demasia e sofro. Os sentimentos demonstram-se por acções, não por palavras.
Tenho medo de sofrer na solidão e acho que é isso que me está a acontecer. Mas sei que estar com alguém não significa não estar só. O mais provável é que esteja a idealizar uma relação. Só me apaixonei uma vez na vida e foi algo que não consegui controlar ou antecipar. Quando penso nele, há uma luzinha que ainda brilha. É a memória de algo que foi bom e mau ao mesmo tempo. Nunca lhe disse o que sentia, nunca tive coragem para isso, principalmente porque sabia que ele não sentia o mesmo. Ele via-me como uma grande amiga, a irmã mais nova, a miúda das piadas e não a dos beijos. Fui, em alguns momentos, plenamente feliz, não pedi nada em troca (claro que sonhei...). Não foi unicamente sorrisos, as lágrimas também caíram... e não foram poucas. Agora quando revejo, sinto que quem perdeu foi ele, que é ele que está enganado e iludido com um mundo de falsas aparências.
Estou à espera da pessoa a quem me dar. Sei que não existe eternidade, e poderá ser inocência ou pura idiotice mas acredito NAQUELE amor. Também acho que tenho grandes probabilidades de ficar despedaçada. Mas já estou... por isso!! É o que às vezes, na brincadeira, costumo dizer: "Quando for, será a loucura!!". E quando for, terei a certeza.
domingo, abril 08, 2007
(...)
Faltam-me as palavras. Não sei o que escrever, não sei o que dizer. Sei que me quero abrir, que quero deitar tudo cá para fora: o bom, o mau, tudo. Mas quando chega o momento, não sai... simplesmente não sai nada do que sinto e do que quero sentir. Talvez não o queira fazer insconscientemente, e seja esse o motivo para rodeios e silêncios.
As conversas parecem banais, são banais. Limito-me a olhar para o vazio, ouvindo as palavras que na realidade não oiço e nem quero ouvir. É a falta de certezas, que obriga a conversas forçadas. No silêncio, nos olhares tudo se percebe, mas muitos fingem não perceber. A vida rodeia a vida, no comboio, no bar, no estádio de futebol, mas quanta solidão existe onde aparentemente ela não está.
Faltam-me as palavras. Não sei o que escrever, não sei o que dizer. Sei que me quero abrir, que quero deitar tudo cá para fora: o bom, o mau, tudo. Mas quando chega o momento, não sai... simplesmente não sai nada do que sinto e do que quero sentir. Talvez não o queira fazer insconscientemente, e seja esse o motivo para rodeios e silêncios.
As conversas parecem banais, são banais. Limito-me a olhar para o vazio, ouvindo as palavras que na realidade não oiço e nem quero ouvir. É a falta de certezas, que obriga a conversas forçadas. No silêncio, nos olhares tudo se percebe, mas muitos fingem não perceber. A vida rodeia a vida, no comboio, no bar, no estádio de futebol, mas quanta solidão existe onde aparentemente ela não está.
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