Hoje.
Hoje vi a morte muito de perto... a rondar. Acho que não chegou, mas não tenho a certeza. Preferi fugir e não ver a realidade nua e crua. Não quis ver um corpo despedaçado em mil pedaços. Ele decidiu arriscar e avançar em frente, para o comboio. Não sei se consegui passar, não sei se recuou. Uma decisão de um segundo que pode mudar tudo. É frustante não poder fazer nada, somente acreditar e esperar pelo melhor.
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